No zapping diário já tropecei em algumas pérolas da Casa dos Segredos. Aqui ficam duas deliciosas.
A voz fala para uma das concorrentes: "Diga-me o nome de um país da América do Sul?"
Concorrente: "Ai, não sei..."
A voz insiste: "Diga só um país."
Concorrente: "Hummm, não sei mesmo"
Depois vem um silêncio e...
Concorrente: "África"
Outra história bonita. Num jogo de adivinha quem sou eu, com aqueles post-its na testa, Fanny demonstra o seu raciocínio.
"É actor?"
"Não"
"Jogador?"
"Não"
Silêncio acompanhado de olhar no vazio.
"Drogado?"
Aqui está uma lógica impressionante. Depois de muitas pistas, ela percebe que é alguém ligado à religião.
"Papa João Paulo II"
"Não."
"João Paulo III"
ahhhh... Tão bom.
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Conan, oh Conan
Devo confessar aqui o meu amor (ao estilo adolescente parva) por Conan O'Brien. Não há forma de o esconder. Os seus quase dois metros que culminam num cabelo vermelho fogo e a tez quase transparente são atributos irresistíveis. Mas o melhor de tudo é a sua postura. A piada mais sem graça torna-se hilariante na boca de Conan. Se alguma vez o visse ao vivo, não seria capaz de proferir uma palavra. Ele prova como é possível dizer tudo com humor inteligente ou com um humor simplesmente parvo. E ser parvo é tão bom. Encontrei este anúncio feito pelo mestre do humor e ri-me muito. O melhor de tudo é o making off. Oh! Conan ainda bem que voltaste à TV. O meu muito obrigada por momentos divertidos.
domingo, 22 de maio de 2011
Que sono...
"Então não é tão bom dormir com uma vaca ao lado?" Esta frase foi retirada do "Peso Pesado" português e não da "Quinta das Celebridades". Júlia conversa e conversa com os concorrentes. Pergunto-me como é possível tanta conversa fiada e tão pouco peso perdido. 700gr? Perder dois quilos e ser o peso pesado? Bolas! Que grande chatice.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Esse idioma lindo chamado brasileiro
Que o filme "A Música no Coração", original "The Sound of Music", resultou em "Noviça Rebelde", no Brasil, não é novidade. Mas esta pérola estava escondida. A série catita "Beverly Hills" é "Barrados no Baile". Não é incrível como não há relação nenhuma entre o título e a séria? Bravo!
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
"The Wire" - wake up call
Chega ao fim (para mim) uma das melhores séries que alguma vez vi. "The Wire" esteve nomeada para os Emmy mas nunca venceu. E não se percebe a razão. Mas a falta de prémios não lhe tira crédito nenhum. É uma das séries mais bem escritas e mais reais. É um mergulho no mundo de Baltimore, nos Estados Unidos. O tráfico, a polícia, os miúdos, a droga e a ética - a pouca que existe tanto nos traficantes, nos soldados, como nos drogados e polícias. O trunfo da série é o trabalho de casa. No meio dos figurantes há ex-traficantes, pessoas que vivem nos bairros sociais de Baltimore, polícias de verdade. O elogio mais frequente que a série recebeu era a de que era real. Melhor do que explicar é ver a série. Com cinco temporadas, gravadas de 2002 a 2008, num registo quase documental. Há muito boa televisão neste mundo. Basta procurar. Obrigada a estes senhores por grandes momentos e algumas lágrimas.
Trailer da primeira série
Omar, simply the best
Aulas de economia para traficantes
O assassino mais chique
O filho da mãe do Marlo e a sua primeira aparição
Bunk e Omar num dos melhores diálogos
McNulty e Bunk - investigação só com a palavra fuck
Spoiler: como um miúdo se pode libertar
Trailer da primeira série
Omar, simply the best
Aulas de economia para traficantes
O assassino mais chique
O filho da mãe do Marlo e a sua primeira aparição
Bunk e Omar num dos melhores diálogos
McNulty e Bunk - investigação só com a palavra fuck
Spoiler: como um miúdo se pode libertar
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Vença a inércia
Rendermo-nos à inércia é responder aos nossos instintos mais básicos. Frio, tapar. Calor, destapar. Fome, comer. Sede, beber. Pergunta, resposta. Os movimentos são reduzidos ao mínimo possível e a actividade cerebral abranda. Ficamos num estado catatónico. Não temos vontade de fazer absolutamente nada. Deixamos de agir e passamos a reagir. Perdemos forças. Rendemo-nos ao deus do entretenimento e ao poder do aquecedor a óleo. Papamos séries e filmes, só com "pit stops". Pelo meio ainda há espaço para pegar num livro. Mas em verdadeiros dias de inércia, só a televisão nos permite agir em conformidade com as nossas necessidades. Por vezes tentamos contrariar, mas há dias em que é melhor vencer a inércia. Tudo em nome da nossa sanidade.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Expectativas...
Os directos de televisão são um verdadeiro petisco. Nos momento em que está tudo colado à TV na esperança de uma resposta ou da grande solução para o problema nacional, acompanhamos carros em andamento e até pessoas a entrarem na casa de banho. Hoje assisti a isso. Uma jornalista ia entrevistar um representado do governo, apanhou-o no corredor. "Lá vem ele", dizia. E pimba. O sr. vira costas e entra na casa de banho. Palmas.
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