Mostrar mensagens com a etiqueta cinema. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cinema. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

James Bond não tem barba por fazer


Não há desculpa possível para apresentar o agente secreto mais importante do mundo e do cinema desta forma. Deixem-se de modernices, a sério, o James Bond de Ian Fleming nunca na vida aparecia desta forma. A sério. Podemos tentar modernizar, alterar um bocadinho a realidade pondo um actor que parece um brutamontes, mas há mínimos de coerência. E não, James Bond nunca apareceria com barba de três dias. Mas infelizmente a primeira imagem do novo filme apresenta o senhor nestes preparos. É uma vergonha! Mesmo numa ilha deserta com apenas uma lâmina como amigo, o 007 estaria sempre impecável.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Cinema! Cinema!

A minha contribuição do dia é bom cinema a estrear nos próximos meses. Estes filmes valem mesmo a pena. São todos completamente diferentes. Temos Brad Pitt, Roman Polanski, Matt Damon ou Steven Soderbergh. Há dramas familiares, revoluções e epidemias. Ainda há mais coisas boas quase a chegar. Aqui fica uma espécie de entrada.

P.S. - Neste momento estou com um problema qualquer e não consigo responder a comentários. A ver se dou conta do recado.

The Ides of March

ou a política segundo George Clooney.

Carnage de Roman Polanski

ou como quatro pessoas chegam para fazer um filme.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dúvida pertinente

Por que razão os intelectuais gostam de ficar a ver os créditos finais no cinema? Não saberão que existe um site chamado imdb onde está toda a informação? Ou talvez acreditem que vão descobrir lá no meio o primo afastado daquele cineasta iraniano que não aparece em lado nenhum?

segunda-feira, 21 de março de 2011

The one and only Audrey Hepburn




"I believe in pink. I believe that laughing is the best calorie burner. I believe in kissing, kissing a lot. I believe in being strong when everything seems to be going wrong. I believe that happy girls are the prettiest girls."
Audrey Hepburn

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Óscares

Os Óscares são já amanhã. Gosto de ver a cerimónia e felizmente, graças à televisão digital, é possível gravar e ver depois. Ficar acordada até às tantas é coisa de outros tempos. Consegui ver quase todos os nomeados e tenho pena que "A Origem" não tenha mais destaque. As minhas apostas são:

Melhor filme
A Rede Social
Melhor realizador
David Fincher
Melhor actriz principal
Natalie Portman
Melhor actriz secundária
Hailee Steinfeld
Melhor actor principal
Colin Firth
Melhor actor secundário
Christian Bale
Melhor filme de animação
Toy Story 3

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O Cisne Negro

Gosto de detalhes. Detalhes ricos em conteúdo que são capazes de elevar um filme a fenónemo de culto. As coisas simples dão mais intensidade e realismo. Fazem-nos acreditar que aquela personagem existe, que nos podemos cruzar com ela no metro, dizer-lhe "Olá" e seguir em frente. O "Cisne Negro" é um filme triste e bonito. Rico visualmente, intenso, carregado de sexualidade. O sexo talvez esteja em excesso, dizem as bailarinas e bailarnos, mas para quem é um simples espectador ajuda a perceber a necessidade de libertação de Nina (Natalie Portman). O filme mostra-nos a obsessiva busca da perfeição e as suas consequências. Nina consegue ser perfeita, magnífica, mas tudo tem um preço.
"Cisne Negro" está nomeado para cinco Óscares, um deles o de melhor actriz, espero que Portman leve a estatueta para casa. Ela merece.

domingo, 16 de janeiro de 2011

"O Turista"


Classificação em estrelinhas: três. Em palavras: média. Explicação quase detalhada: O filme não é mau, mau. Também não é extremamente bom. É medianozinho a dar para o positivo. É um tempo bem passado. Dá-se umas risadas pelo meio e tem-se aquela sensação de "ah... que giro. Olha, acabou." O lado incrível do filme aproxima-se, fica mesmo muito perto, tão perto que o podemos tocar e depois... Não se concretiza. Tem um twist catita no final e se fosse sempre assim acho que resultaria melhor. Depp/Jolie não são uma má junção. Aliás, é o ponto forte do filme. Mas falta um danoninho para tudo ser mesmo bom.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Os filmes devem ter um final, certo?


Andam por aí uns realizadores que acham que não terminar um filme é um grande rasgo de criatividade. Nem anunciam se é uma trilogia ou algo assim. Nada disso. Não há parte I a seguir ao título e nos jornais ninguém avisa que vai haver continuação. Só descobrimos esse detalhe quando estamos no meio da acção e... pimba. Acabou. Volte daqui a um ano. Muito engraçado, sim senhor.

P.S. - É o caso de "Salt". A Angelina sai-nos disparada de um helicóptero e pronto. Temos de esperar um ano para saber o que vai acontecer. Que coisa mais gira. :P

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Puxaram-me o tapete



É um Hitchcock do século XXI, com GPS e telemóveis. Mas com a mesma riqueza nos detalhes. Há cenas magistrais, jogos de sombras e luzes riquíssimos e momentos de suspense que causam arrepios e calafrios. Um luz apagada, uns cortinados abertos e uma rua deserta podem ser assustadores. "O Escritor Fantasma", de Roman Polanski, é um murro no estômago, um despertar dos sentidos e um triller viciante. É o tipo de filme em que sentimos que nos puxaram o tapete. No bom sentido. O episódio do GPS e a última cena do papelinho, que anda de mão em mão, são a razão que nos leva ao cinema. Obrigada Sr. Polanski.

domingo, 20 de junho de 2010

In Casablanca mood

Os clássicos têm destas coisas. Uma pessoa nunca os viu, mas mesmo assim conhece as frases intemporais. "We'll always have Paris" é uma das mais marcantes da história do cinema. Só ontem ouvi Bogart a dizê-lo a Ingrid Bergman. Adorei a história, a banda sonora, tudo. "Casablanca" é um banquete visual. Se fosse a cores não tinha tanta piada. O glamour está nas roupas, na maneira como falam e andam, mas principalmente nos contrastes de luzes, nas sombras, nos cenários, no glamouroso fumo de cigarro. A qualidade da fotografia é impressionante. "Casablanca" é para ver num domingo, de luzes apagadas. E sim, é permitido chorar no fim.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

O segredo dos seus olhos

Não é propriamente o título mais original do mundo e à primeira vista parece lamechas. Tony Carreira de certeza que tem uma música sobre "os segredos dos teus olhos" e aposto que o Marco Paulo também. Mas o filme "O segredo dos seus olhos" (El secreto de sus ojos - título original) é um dos melhores filmes de 2009. O realizador argentino Juan José Campanella levou para casa o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro e merece tê-lo na estante da sala. Tudo começa como um policial, pelo meio encontramos momentos de comédia de arrancar gargalhadas, e quando, damos por ela, estamos enredados numa complicada história de amor. É o tipo de romance: "eu quero. Mas acho que tu não queres, por isso nem vou tentar e caso-me com o outro." O final é surpreendente. Ouvir o castelhano da argentina dá um"salero" extra ao filme.

P.S. - como segunda entrada no blogue tentei pôr um vídeo, mas como boa novata não consegui. Talvez para a próxima...