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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Cigarros
















Faz mal, a maior parte das vezes sabe mal e não se pode ver na televisão nem no cinema. Quem adivinha? Vale um queijinho no trivial! (ok, pronto. Não vale.) Falamos de tabaco. Hoje em dia quando aparece alguém a fumar - em películas pós anos 90 - é garantidamente o vilão. Mas se há coisa que continua a ter um ar sensual são pessoas a fumar. Depende da pessoa, claro, e até da forma como fuma, é certo. Porém, o elenco de "Mad Men" e Bogart são óptimos exemplos. Não quero fazer uma apologia do tabagismo, longe disso, é apenas e somente uma constatação. A publicidade a cigarros acompanhava em justa medida o ar misterioso, glamouroso ou mesmo divertido do hábito humano de meter fumo para dentro da boca e soprar. Vá-se lá saber como é que isto começou. (Ainda tenho de investigar.) Mas aqui ficam exemplos de publicidade cómica e trágica a cigarros, ao mesmo tempo bem catita, e com um toque de glamour. (diziam que fazia bem, era bom para a garganta, os médicos adoravam e que era um belo presente.)

domingo, 20 de junho de 2010

In Casablanca mood

Os clássicos têm destas coisas. Uma pessoa nunca os viu, mas mesmo assim conhece as frases intemporais. "We'll always have Paris" é uma das mais marcantes da história do cinema. Só ontem ouvi Bogart a dizê-lo a Ingrid Bergman. Adorei a história, a banda sonora, tudo. "Casablanca" é um banquete visual. Se fosse a cores não tinha tanta piada. O glamour está nas roupas, na maneira como falam e andam, mas principalmente nos contrastes de luzes, nas sombras, nos cenários, no glamouroso fumo de cigarro. A qualidade da fotografia é impressionante. "Casablanca" é para ver num domingo, de luzes apagadas. E sim, é permitido chorar no fim.