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domingo, 19 de dezembro de 2010

FAMILY GUY - "All I Really Want For Christmas"

Não há Natal sem listas e listas de presentes. Mesmo que não passem do papel. Toca a desejar.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Natal é...

Gostar de ficar em casa e não ter vontade de sair. Enfrentar sem medos filas intermináveis e ter dúvidas existenciais sobre qual é a melhor cor que fica bem com o tom de pele de alguém.
O Natal é papar anúncios dos Ferrero Rocher e gostar. É sentir o cheiro dos sonhos no óleo, os restos de massa espalhados pela bancada da cozinha e ver crianças a tentarem roubar doces o mais que puderem.
É comer chocolates sem receios e ter orgulho nisso. Fazer a árvore de Natal e guardar os presentes em sacos enormes para levar para a casa da festa.
Natal é ficar feliz por abrir presentes. Ficar ainda mais feliz por ver os outros a abrirem os presentes que nós comprámos. É não ter peso na consciência por rasgar dezenas de papéis de embrulho. Dormir a pensar: "O que será que está dentro daquela caixa?". Ser acordada por uma criança aos pulos em cima da cama a gritar: "Vamos, vamos". Ter sono e não ser assim tão mau. Reencontrar pessoas, sorrir-lhes e elas sorrirem de volta. Estar feliz porque está toda a gente feliz. Saber que já passou, já acabou e que só se repete uma vez por ano.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Bem-vindo ao mundo encantado dos...

... brinquedos, acessórios, quinquilharias, coisas e mais coisas chinesas. Por ano, entro meia dúzia de vezes no chinês. Não por preconceito, simplesmente porque não tenho nenhuma loja perto do trabalho. Invariavelmente no Natal entro e perco-me nos corredores a descobrir coisas que nem sabia que existiam e eram comercializadas. Não é para despachar os familiares todos a eito, mas para preencher as quotas dos jantares de Natal de amigos. Adoro quando tenho como prova olímpica oferecer um presente de dois euros.
Primeira reacção: “O que é que se pode comprar com dois euros?” Nada. Claro. Batatas, iogurtes, peitos de frango, cereais e coisas assim. Ah, mas no Chinês há tanta coisa por onde escolher. Um mundo encantado. É certo, muitas delas não têm utilidade, mas compensam com a gargalhada de quem as recebe.
Com dois euros comprei duas caixas de plástico para fazer gelados de gelo, um jogo com uma espécie de raquetas e uma chávena de café. Mas há mais pelo mesmo valor. Uma campainha tipo repartição pública, os bibelôs mais pirosos da história, vassouras com bonecos e flores. Entra-se numa espiral vertiginosa de descoberta. Qual criança perdida no Toys'r'us a puxar à saia à mãe, ou melhor, a pôr tudo no carrinho: "Preciso mesmo deste estojo em forma de boneco. A prima afastada da Barbie é que vinha a calhar ou o peluche do Buzz com 50 cm."
A descoberta deste ano é a marca Wu, uma Wii sem o peso da multinacional Nintendo. Só vi comandos da Wu, mas presumo que existam jogos e outros acessórios. Que coisa mais linda esta da globalização, dos preços baixos e da falsificação em barda de tudo o que existe neste mundo. Não?
Bem, se nos pusermos a pensar como é que eu consegui ter tantas coisas por tão pouco dinheiro, tendo em conta que atravessaram o planeta para aqui chegar, é que é mais chato. A porra da globalização tem destas coisas.



domingo, 28 de novembro de 2010

Pai Natal, clica aqui!

Pai Natal, se andas por aí sem muito que fazer podes fazer o obsequio de me comprar isto http://www.maquinasecompanhia.com/crachas_kit_maquinas_badges.php? Fica mesmo bem dentro da minha meia. Depois vou poder brincar muito, fazer coisas giras, divertidas. São horas infinitas de prazer. Já tenho muitas ideias para fazer crachás.
A bem da verdade, também posso experimentar a coisa uma vez e perceber que não tenho jeito nenhum e o presente transforma-se num instante em objecto de arqueologia industrial. Mas nunca saberei se não o testar. Pai Natal, acredito que lá no fundo tenho muito jeito. Vá lá!!!!! :D