terça-feira, 15 de novembro de 2011
As pessoas no geral
É inevitável nos cruzarmos com outros seres humanos. É daquelas coisas em que não há mesmo nada a fazer. Bem, podemos sempre nos tornar ermitas e fugir para uma ilha deserta ou até entrar para um convento daqueles em que é proibido falar. Isto tudo para dizer que há dias em que só me apetece ficar na cama com as gatas e restringir a humanidade a uma pessoa. O resto nem vê-los. É feio de se dizer bem sei, mas há dias em que parece que o mundo à nossa volta enlouqueceu, que todos nos chateiam a cabeça até à exaustão, que nada do que se faz está correcto, que tudo é uma grande seca e que a vida podia ser bem mais simples. Nesses dias podíamos pedir baixa por razões pessoais. Ficava em casa a fazer tricô, a comer e a vegetar. Ohhhh o verbo procrastinar nunca me soou tão bem.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Dúvida existencial
Porque será que quando estamos alcoolizados temos a triste mania de falar alto? Será que os canais auditivos ficam entupidos com o álcool em excesso e nos enviam uma mensagem para ao cérebro do tipo: "Assim ninguém ouve essas pérolas de sabedoria que jorram da tua boca em momentos de boémia. Grita"? Ou achamos que, apesar de não haver barulho nenhum especia, de estarmos em casa, há uma grande festa dentro da nossa cabeça? Não sei a razão, mas intriga-me. E é coisa que me acontece com bastante facilidade para tristeza dos que me rodeiam.
sábado, 12 de novembro de 2011
Dormir
Esta semana não tive muita sorte no que toca o dormir. Acordei com o barulho alheio e sempre por volta das sete (madrugada para mim). Então sucedeu o seguinte:
Segunda-feira uma das minha gatas acordou com fome/necessidade de carinhos e resolveu queixar-se. Não quis esperar que os humanos acordassem e resolveu tratar do assunto. Toca de miar, raspar a porta. Repito, eram sete da manhã. Levou vários raspastes e nada... Só se calou com a terceira investida.
Terça-feira o meu vizinho de cima (que desconfio é surdo ou tem problemas) deixou que o seu despertador tocasse e vibrasse durante para aí uns 10 minutos de seguida, para longo a seguir a um breve intervalo voltar. E o quarto dele é exactamente por cima do meu... Repito, era, sete da manhã. O resultado foi um ataque de nervos, seguido de tremeliques, e palavras menos bonitas... Ah, e o martírio durou 20 minutos.
Quarta-feira foi uma pessoa vinda não sei de onde que resolveu tocar à campainha por volta das oito a perguntar se o senhor Manel não estava ali a trabalhar. Não estava...
É certo que não foi toda a semana, mas foi o suficiente para me fazer ter sono às onze numa sexta-feira. Espero que a próxima semana seja mais calma.
Segunda-feira uma das minha gatas acordou com fome/necessidade de carinhos e resolveu queixar-se. Não quis esperar que os humanos acordassem e resolveu tratar do assunto. Toca de miar, raspar a porta. Repito, eram sete da manhã. Levou vários raspastes e nada... Só se calou com a terceira investida.
Terça-feira o meu vizinho de cima (que desconfio é surdo ou tem problemas) deixou que o seu despertador tocasse e vibrasse durante para aí uns 10 minutos de seguida, para longo a seguir a um breve intervalo voltar. E o quarto dele é exactamente por cima do meu... Repito, era, sete da manhã. O resultado foi um ataque de nervos, seguido de tremeliques, e palavras menos bonitas... Ah, e o martírio durou 20 minutos.
Quarta-feira foi uma pessoa vinda não sei de onde que resolveu tocar à campainha por volta das oito a perguntar se o senhor Manel não estava ali a trabalhar. Não estava...
É certo que não foi toda a semana, mas foi o suficiente para me fazer ter sono às onze numa sexta-feira. Espero que a próxima semana seja mais calma.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
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