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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Verão aos molhos até 2ª


É aproveitar minha gente, é aproveitar. O calor dura dois dias. Segunda-feira aquela coisa horrível de água a cair do céu regressa. Amanhã vou para a praia e cumprir a minha parte de agradar aos deuses do clima. E vós?

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Sol


Adoro quando os dias ficam mais compridos. São 19h30 e ainda há sol. Podemos acreditar que é possível sair do trabalho e ainda temos tempo para nos divertirmos. Qui ça ir à praia, passear no campo ou beber um mini numa esplanada. Mesmo que nunca aconteça, pelo menos há a esperança que funciona como motivação extra. Bring it on sun!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Odeio frio


Hoje só tenho isto para dizer ao mundo: odeio frio. Acho que toda a gente odeia. Até os que dizem que não. A verdade é que o frio só tem piada quando estamos agasalhados, cheios de cachecóis, luvas e sentimos um ligeiro friozinho na ponta do nariz. Pronto. É o suficiente para percebermos que estamos no Inverno: "Ai que giro. Gosto tanto das manhãs de Sol no Inverno." Acabou. Além disto, não é possível gostar. Honestamente ninguém gosta de ter os pés gelados, as mãos frias, sentir que o vento lhe entra pela espinha adentro e a garganta começa a picar... Pior que tudo são as casas fechadas no Inverno. O frio torna-se visível. E para terminar, uma imagem do demónio: cama com lençóis tão frios, tão frios, que chegam a estar húmidos. Grrrrr

segunda-feira, 14 de junho de 2010

A grande pergunta numa manhã de segunda-feira!

Segunda-feira de manhã. Sono e mau humor. Mesmo depois de beber café, continuo a achar que sair da cama e ir trabalhar é a maior injustiça no mundo. Ainda por cima o sol finalmente fez o favor de brilhar e não o vou aproveitar.

Cheguei ao carro e fui surpreendida por um irritante papelinho no pára-brisas. Mais uma razão para achar que a vida é difícil (O drama!). Contrariei a preguiça e decidi retirá-lo. O destino do papelinho seria morrer tostado ou ensopado no vidro da frente. Salvei-o. Quando agarro no dito, penso que vou encontrar uma publicidade a um restaurante indiano ou algo do género e sou surpreendida pela pergunta: "Por que temos de morrer?". É a pergunta! A par de "Deus existe?" (questão que já resolvi na minha cabeça). O "temos de morrer" é que é um tema chato. Por que raio é que isto tem de acabar? Bastava espalhar a humanidade por satélites, planetas, estrelas e pronto. (pensamento idiota, certo? Não, não tenho 5 anos, mas era bom que assim fosse. Depois, haveria o problema de: "O que fazer aos maus?" Tema para outra conversa. Voltemos à idade adulta.)


Folheio a brochura e eis que me deparo com a resposta: morremos porque a culpa é nossa. Ora bolas! Aqui vai a citação: "A morte é consequência do pecado. Deus não criou o homem para que este viesse a morrer". (Ahhh! Isso faz sentido!?) "O pecado de Adão, o primeiro ser humano foi transmitido a toda a sua descendência." Bolas! A explicação espalhada pelos pára-brisas dos carros tem a assinatura da Assembleia de Deus Pentecostal. O Adão estragou tudo. E a minha segunda-feira não melhorou!