Analisar o tipo de pó que pairava no ar, que entrava pelas narinas directamente para o pulmão numa espécie de pré-ataque de asma, não vale a pena. Pela descrição percebe-se logo que é mau, desagradável no mínimo. Passado um bocado já estávamos habituados e esquecemos que caminhar na areia é chato. Só há uma coisa ainda pior, um mau concerto. Estava bastante entusiasmada para ver The Strokes. Gosto da música e achei que era um belo concerto do rock. Pois... Nem por isso. O senhor parecia que estava ali como podia estar numa esplanada. Com o ar snob de estrela rock que é tão boa, mas tão boa, que nem tem de se esforçar muito para mentir ao público quando diz: "vocês são o melhor público do mundo". Julian, mentiste mal. Não teve energia suficiente. Só a espanhola alcoolizada que me pisou 5 vezes e depois se queixou porque lhe dei um encontrão/cotovelada ao estilo: "Estou aqui, existo e o meu pé não é areia"m é que amou. Ainda bem para ela.
O senhor da noite foi Slash. Ele é o rock, o deus do palco. Deu um espectáculo incrível. Viajamos no tempo com ele ao som de "Sweet child of mine" e mesmo sem dizer uma palavra o público estava com ele. Obrigada senhor.
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
O legado de Bob Marley
As rastas passaram a ser uma coisa muito cool, o reggae apareceu no mapa e querer paz no mundo ganhou uma nova música. Bob Marley faz parte da minha adolescência, de uma fase em que um estranho cheiro a incenso pairava em algumas conversas, o mundo era nosso e a arrogância andava por ali em doses q.b.. Achávamos que íamos mudar o mundo e que todos os sonhos estavam mesmo à mão. "Emancipate yourselves from mental slavery; None but ourselves can free our minds" ou "Get up, stand up: stand up for your rights!, Get up, stand up: don't give up the fight!" bem podiam servir de hinos. Pelo meio também se dançava ao som de "One love, one heart, Let's get together and feel all right". A música deste jamaicano ficou na história, aliás, mudou a história da música. Quer se goste ou não, é impossível negar o impacto que ele teve. Faz hoje 30 anos que Robert Nesta Marley morreu. Num jogo de futebol, pisaram-lhe o dedo grande. Ao analisarem a ferida, os médicos detectam-lhe uma forma de melanoma maligno. Disseram-lhe que o melhor era amputar o dedo. Bob Marley recusou e o cancro espalhou-se. Tinha apenas 36 anos quando morreu. Deixou-nos 11 álbuns, 11 filhos e um legado musical.
terça-feira, 3 de maio de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Se não é o regresso de José Castelo Branco
Foi uma semana difícil e vêm aí tempos conturbados. Para esquecer a crise, nada melhor do que as maluquices, excentricidades bizarras de José Castelo Branco. Ele brinca a humanidade com esta pérola. Um treino para o novo programa da TVI "Perdidos na tribo". Para ouvir e rir. Aqui fica um presente de fim-de-semana.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Ode às músicas pirosas
Isto é pior do que cair no pátio da escola e ter a turma inteira a rir às gargalhadas da nossa aselhice. Confessar as músicas pirosas que gostamos de ouvir quando não há ninguém por perto é um momento trágico-cómico. Aqui ficam algumas. Confesso que tudo começou com este dueto. Quando o ouvi na rádio achei muito mau. Depois ouvi mais umas vezes e pimba. "It's a quarter after one, I'm all alone and I need you now." Fico com o coração apertadinho a pensar naqueles momentos em que só uma pessoa no universo e arredores nos pode ajudar.
Acho que as músicas pirosas servem bem a sua função. Falamos de pirosice q.b. Os temas aqui abordados não foram criados para serem obras de arte, mas para nos alegrarem em determinados momentos, para nos fazerem rir ou mesmo para sermos bem pirosos e ficarmos tocados pela lamechice alheia.
Acho que as músicas pirosas servem bem a sua função. Falamos de pirosice q.b. Os temas aqui abordados não foram criados para serem obras de arte, mas para nos alegrarem em determinados momentos, para nos fazerem rir ou mesmo para sermos bem pirosos e ficarmos tocados pela lamechice alheia.
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