domingo, 9 de junho de 2013

Pensamento da noite

Porque raio é que o aero-om não funciona como tranquilizante, ao melhor estilo valium? Acho que é isso que muitos pais pensam quando se apercebem que ainda agora a noite começou e já dá para perceber que o bebé não está muito interessado em dormir... Outro pensamento é: naquelas alturas de choro compulsivo em que já arrancamos cabelos porque é que eles continuam a rejeitar a chupeta? E quando insistimos com um pouco mais de força porque não funciona? A vontade é dizer: ouve lá o que se passa? Vamos conversar e resolver isto. Mas não dá. Acabam por ganhar eles e lá vêm para o colo.

sábado, 8 de junho de 2013

Séries - uma antiga e uma velha

Uma descoberta nova foi a série "House of Cards", sobre os bastidores políticos da Casa Branca e Senado. A série está muito bem escrita e Kevin Spacey é simplesmente genial. É aquele filha da mãe que consegue fazer com que gostemos dele. Mesmo sendo manipulador, egoísta, sem escrúpulos e capaz de qualquer coisa. É uma daquelas séries que prende pelos diálogos, reviravoltas e pela incrível capacidade do ser humano de ser um verdadeiro animal. Um animal educado, é certo, mas no fundo aquele mundo é tal e qual uma selva, e todos querem ficar com a melhor parte da presa e mostrar que aquele território é deles. Uma descoberta velhinha, velhinha é a série "Dexter". Sempre ouvi falar muito bem da série, do actor, do guião, mas aquele sangue todo deixava-me incomodada. Achava que não ia gostar e agora estou viciada. A vida de um serial killer com valores morais e uma ética muito própria é uma bela ideia. Dexter tem aquele lado de justiceiro, de herói mas sem ser um chato. Benditas sejam as séries que salvam o cérebro de uma recém mamã de se afundar em biberons de bebé, fraldas e chupetas.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Continente não cobra entrega de compras em casa a grávidas e recém-mamãs

Ora vamos lá fazer serviço público. Pois parece que o Continente tem uma iniciativa incrível para recém-mamãs e grávidas: não cobra a entrega em casa de compras superiores a 50€. De vez em quando sabe bem ouvir boas notícias e perceber que há quem entenda que estar grávida não é um mundo cor-de-rosa - apesar de quando não deixam passar na fila das compras ainda dizem: "gravidez não é doença, mas passe lá" - e que ser mãe de um recém nascido tem muito que se lhe diga, ou melhor, que cansaço é mais que muito. Basta inscrever-se neste link.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

O melhor dos Globos de Ouro

Os Globos de Ouro devem existir para que o José Pedro Vasconcelos possa fazer o que podemos ver neste link. É tão bom que dá para chorar a rir.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Ser mãe é perceber de números

Nunca gostei de números. Desde pequena que os tento ignorar e olhá-los até com um certo desdém. Prefiro as letras, dão me mais gozo e mexem mais com a minha massa cinzenta e imaginação. Passei uma boa parte da vida a tentar livrar-me dos números e a manter com os ditos o mínimo de relação possível com bastante sucesso. Eis se não quando me transformo em mãe e dou por mim a passar os dias a pensar neles, nos números. E tudo começa com a gravidez. Ou melhor nas vésperas dela com os atrasos do período. Quantos dias foram mesmo? Depois do facto consumado, começam a contar-se as semanas e o primeiro marco são as 12. A seguir são as ecografias a semanas certas e esquecemos que falamos em meses. Isso é uma coisa demasiado fácil e o desenvolvimento da criança faz-se à velocidade da semana. Quando a gravidez acaba, achava eu que as contas terminavam com ela. Nada mais longe da realidade. Surge então a conversa do percentil que até hoje ainda não percebi muito, muito bem. Só sei que nos o lugar da nossa criança na média das outras todas. A seguir vem a conversa das gramas. Um bebé tem de engordar no mínimo 30 gramas por dia. E lá damos por nós a olhar para a balança como nunca o fizemos. Queremos mais peso e nada de emagrecer. Ao mesmo tempo aparece a rotina da alimentação e divide-se o dia em blocos de duas em duas horas. As noites tornam-se períodos interrompidos e acordar às 3h ou às 5h transforma-se na rotina. Outra conta a juntar é a quantidade de comida ingerida, os ml de leite materno, a que muitas vezes se têm de juntar os ml de suplemento para fazer o número ideal. E para que a memória não falhe, o telemóvel tem de tocar de x em x horas porque ninguém nos ensina a funcionar com privação de sono. Contas feitas, só queremos que bata tudo certo e não falhe nada nas contas mais importantes da nossa vida.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Boston pode ser em qualquer lado

Quando ouvimos que explodiram duas bombas nos Estados Unidos é inevitável revermos na nossa cabeça o 11 de Setembro. É uma marca na história mundial, tal como a Segunda Guerra Mundial foi para as gerações anteriores. Mas o que é mais assustador nestes episódios é que não há um rosto. Ou seja, não há um país dos maus que simplifique este mundo tão complicado. O nosso cérebro precisa desses atalhos para organizar a informação. Estes atacam são maus, vamos retaliar e tudo há-de correr bem. Até pode não correr e causar tanta desgraça como os outros episódios, mas pelo menos fica arrumado aqui na cabeça. Bem sei que é um ponto de vista muito simplista, ingénuo, talvez. No entanto, há uma coisa que me assusta. E isso é pensar que basta um grupo de meia dúzia de pessoas, com muitas ou poucas ou nenhumas relações com grupos terroristas, apenas que simpatizam com os ideais, que engulam a pastilha do fanatismo, e que um dia acordam e decidam matar pessoas. Arranjam uma bombinha caseira, escolhem um local público e chocam a humanidade, retiram vidas como quem dá cá aquela palha. É triste e assustador porque quanto a isso acho que não há solução à vista.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Sem título é melhor

Passaram-se vários meses desde que disse que voltava e não voltei. Uma promessa a pairar no ciberespaço que não deu em nada. As minhas intenções eram boas, é certo. Mas depois... Olhem, não me apeteceu mais. Então por que raio vou voltar agora? Pois que não sei, nem vou arriscar dizer que vou voltar porque não sei se é verdade. O que terá acontecido então nos últimos meses? Pois que engravidei. Foi isso. Não foi um acidente, foi mesmo uma vontade dos dois, mas por mais vontade que seja acho que nos apanha sempre desprevenidos, no sentido em que ninguém está mesmo pronto para ser mãe ou pai. A criança ainda não nasceu, mas está perto disso. Já fiz cursos de preparação para o parto, tenho enxoval comprado, com direito a maquinetas tipo esterilizador e afins e ainda assim sei que não estou pronta. Ninguém está. Quando nascer logo se vê o que o nosso cérebro vai decidir. Acho que tive tantas coisas a passarem-se na minha cabeça, com muito trabalho pelo meio, que não me conseguia focar em mais nada. Podia até dizer que teriam sido não sei quantos meses a preparar-me para a mudança. Mas acho que seria mentira. Estou tão impreparada como no dia em que fiz dois testes de gravidez (sim, dois que isto é melhor verificar) e fiquei radiante por descobrir que aquilo queria dizer que ia ser mãe. Senti uma felicidade muito grande, diferente, uma euforia e ao mesmo tempo a sensação: e como vai ser? Olhem, pois que não sei. Logo se vê.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Voltei, voltei

A minha ausência de meses e meses desta coisa de escrever no ciberespaço deveu-se a uma coisa muito simples: achava que não tinha nada para dizer ao mundo, nada a partilhar. A razão pela qual mudei de ideias também não seja clara. De repente, apeteceu-se escrever de novo. Não que tenha nada de muito relevante para partilhar. Não há nenhuma história escabrosa ou aventura hercúlea. Ainda por cima nos tempos que correm, parece que tudo o que fazemos nos exige um esforço extra. Andamos todos a remar contra a maré pelo simples facto de acordamos de manhã e escolhermos não ficar na cama. Não baixar os braços e sermos levados pela corrente. É que ser português é muito difícil. Viver aqui, escolher não emigrar é uma luta. Pois bem, vamos a isto. Para me ajudar a organizar ideias pedi à Maria Helena Vieira da Silva inspiração. Aqui fica.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A Playboy portuguesa sem nus

A Playboy regressou e isso é bom porque quer dizer que há mais revistas a funcionar neste país e mais emprego. Além disso alegra-se a malta com moçoilas giras e boas. Só há um problema. A Playboy portuguesa é das mais puritanas que há e armou-se ao pingarelho a dizer que isso de se ser sensual não tem nada a ver com nudez. É verdade, sim senhora, mas continuamos a falar da Playboy. Ou seja, tem de haver gajas nuas. É a linha da revista, o ADN da revista. A razão pela qual o Hugh Hefner a criou. É quase como um restaurante dizer que faz o melhor arroz de marisco do mundo, só não leva é marisco. Mas Ricardo Araújo Pereira explicou esta situação muito melhor do que eu.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

terça-feira, 1 de maio de 2012

Gatos... Não sei o que dizer

Eu não fui ao Pingo Doce

Olá, sou portuguesa, vivo numa cidade com Pingo Doce mas resisti à tentação que assolou o país. Não comprei 20 grades de cerveja e frescos para 20 anos só para conseguir um desconto de 50% à custa de gastos que nunca faria nem precisava. Obrigada a todos que me apoiaram e que me ajudaram a resistir à maior tentação que um português enfrenta num feriado com sol: descontos e promoções. Um bem haja. Escrevia a Lusa 1.º de Maio: Promoções em cadeia de lojas levou a incidentes Uma campanha de promoções de uma cadeia de lojas levou hoje milhares de portugueses a uma corrida ao supermercado, o que conduziu a incidentes entre clientes e ao encerramento de alguns pontos de venda, segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio. O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP), que se demarca dos incidentes, denunciou conflitos entre clientes, nomeadamente na loja da rua Carlos Mardel, em Lisboa, em Almada e na Quinta do Mocho, em Loures, que levaram, nalguns casos, à intervenção da polícia e ao encerramento de algumas lojas. A Polícia de Segurança Pública confirmou à Lusa o registo de alguns incidentes entre clientes em pontos de venda em Lisboa. Hoje, dia do Trabalhador, o Pingo Doce lançou uma campanha de vendas, com desconto de 50%, "por isso abaixo do preço de custo, para clientes que adquiram mais de 100 euros de compras, nomeadamente de produtos de grande consumo alimentar", salienta, numa nota, o sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP), afeto à CGTP. O fenómeno da corrida aos supermercados desta cadeia de lojas ocorreu de norte a sul do país. Uma das lojas Pingo Doce em Faro teve que impedir temporariamente a entrada de clientes para repor produtos nas prateleiras e desimpedir as caixas de pagamento, devido à grande afluência de pessoas, disse à Lusa um funcionário. Na loja da Penha, dezenas de pessoas aguardavam às 13:00 a reabertura do supermercado, encerrado uma hora antes, enquanto outros clientes se amontoavam em filas nas caixas para pagar os produtos. "Tivemos que encerrar porque estava muita gente dentro da loja e as prateleiras estavam vazias", disse à Lusa um segurança do supermercado, que tentava acalmar os ânimos das pessoas que não percebiam a razão do encerramento temporário. Otávia Brito contou à Lusa que estava à espera que as portas reabrissem para ir fazer mais compras, depois de já ter gasto perto de 700 euros, valor que, sem o desconto, se cifraria em 1.400. "Comprei sobretudo bebida, desde cerveja, a água, bebidas espirituosas, leite, mas também produtos de higiene e carne", refere, sublinhando que enquanto foi ao carro colocar as compras, as portas encerraram. Só uma pergunta Otávia, por acaso tem um café? 20 filhos? Dá muitas festas?

segunda-feira, 30 de abril de 2012

A prova: The Rat Pack Live (1965) - Birth Of The Blues

Os amigos de Sinatra

Frank Sinatra, Dean Martin, Sammy Davis Jr., Peter Lawford, Joey Bishop e Bogart, de um lado. Shirley MacLaine, Lauren Bacall, Judy Garland e por vezes Maryln Monroe, do outro. Juntos eram o Rat Pack, em versão alargada e provavelmente o grupo de amigos mais cool de sempre. É certo que as histórias da mafia e tal, da chantagem ou não ao JFK borram um bocado a pintura. Mas as festas organizadas por este pessoal deviam ser inesquecíveis. Oh Sinatra, canta aí um bocadinho.

Ausências

A vontade de escrever tem estado virada para outras áreas. Para o trabalho e pouco mais. Fazer o clique e escrever não me tem puxado. Sempre que tentava ficava a olhar para a página em branco e a pensar: "mas que raio é que tenho a dizer?". Por isso vou deixar uma pérola de conhecimento de algibeira. Acho que se tivesse mais 10 cm de altura a vida era mais fácil. Duas razões: impunha mais respeito e não tinha de fazer tanta ginástica para equilibrar o excesso de gordura localizada na zona das ancas. E pronto. Tanto tempo sem escrever para dizer barbaridades. É assim. Melhores dias virão.

terça-feira, 6 de março de 2012

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A minha primeira lomo

Pessoas estúpidas

Gostava muito que cada vez que uma pessoa se comportasse como um verdadeiro animal, estúpida que dói, que lhe caisse em cima uma bigorna. Tal e qual como nos desenhos animados. É este o meu desejo para o dia de hoje.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Pessoas laranja...

Intriga-me muito ver pessoas cor de laranja em pleno Inverno. É assim uma coisa esquisita. Parece uma mutação que não chegou a concretizar-se. Aquelas pessoas estavam quase a ficar bronzeadas, mas entretanto a coisa não correu bem e o resultado é um laranja artificial que faz com que se olhe umas duas ou três vezes para a pessoa e se pergunte: O que é que aconteceu? O solário e a base são coisas que devem ser usadas com regras e leis.

Tenho um brinquedo novo


Estou muito feliz mas ainda não revelei nenhuma das fotos. É ver o resultado.