ou a política segundo George Clooney.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Medo, muito medo. Contagion de Soderbegrh
O realizador avisa: "Depois de "Psycho" podemos deixar de tomar banho no chuveiro ou a seguir a ver "Tubarão" também é possível evitar os oceanos. Agora, se queremos ter uma vida normal não podemos evitar os germes".
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Rien, de rien
Não tenho escrito nem uma linha porque acho sinceramente que não tenho nada para dizer ao mundo. Atravesso uma fase com demasiadas interrogações e cansaço mental para fazer contribuições. Gostava de escrever aqui observações pertinentes com o seu quê de divertido e quiça de inteligente. Pode ser que forçando a coisa, sai-a alguma história interessante. Vamos isso.
A verdade é que depois destas apoquentações todas, dei por mim num sábado à noite a ver as novelas da TVI (por razões familiares) e a perceber que aquela gente sofre muito. São uns dramas que nunca mais acabam e a Alexandra Lencastre sofre muito, coitada. Tinha sido açoitada pelo "povo" (essa entidade mitológica) e tentava recuperar. Afinal há vidas mais duras.
A verdade é que depois destas apoquentações todas, dei por mim num sábado à noite a ver as novelas da TVI (por razões familiares) e a perceber que aquela gente sofre muito. São uns dramas que nunca mais acabam e a Alexandra Lencastre sofre muito, coitada. Tinha sido açoitada pelo "povo" (essa entidade mitológica) e tentava recuperar. Afinal há vidas mais duras.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Os trabalhos de casa
Sempre admirei aqueles meninos que chegavam a casa e a primeira coisa que faziam era acabar os trabalhos de casa para depois aproveitarem o fim-de-semana. Eu era daquelas meninas que queria adiar indefinidamente os trabalhos de casa na esperança que eles se fizessem sozinhos. Domingo ao final do dia lá estava eu de neura porque era eu que os tinha de fazer.
O caso não foi tão grave porque a minha mãe impunha alguma ordem na minha desorganização. De qualquer forma não resultou assim tão bem. Continuo a querer adiar o trabalho indefinidamente, na esperança que ele trate da sua própria saúde e me deixe ir lá fora brincar com as outras crianças. Claro está, isto nunca resulta. Aliás, resulta sempre numa camada de nervos, tiques, chatices e a eterna pergunta a mim mesma: "Por que é que não despachaste as coisas mais cedo?". Porque acho que tenho sempre outras coisas mais giras para fazer.
O caso não foi tão grave porque a minha mãe impunha alguma ordem na minha desorganização. De qualquer forma não resultou assim tão bem. Continuo a querer adiar o trabalho indefinidamente, na esperança que ele trate da sua própria saúde e me deixe ir lá fora brincar com as outras crianças. Claro está, isto nunca resulta. Aliás, resulta sempre numa camada de nervos, tiques, chatices e a eterna pergunta a mim mesma: "Por que é que não despachaste as coisas mais cedo?". Porque acho que tenho sempre outras coisas mais giras para fazer.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Toneladas de roupa
Ontem decidi arrumar o roupeiro. Era uma tarefa adiada há muito, muito tempo. Essa arrumação implicou também a arrumação das gavetas. A dada altura tive um acesso de fúria e resolvi tirar tudo das gavetas. Tudo! Ficou uma pilha de roupa ao meu lado. Olhei para aquilo e fiquei ainda mais desesperada. Só tinha vontade de deitar TUDO fora. Pronto. Começava de novo. Não tinha de lidar com peças de roupa já com vários anos que estão perdidas no fundo da gaveta mas que ainda assim me fazem pensar: "Isto um dia vai dar jeito". Não vai. Eu sei disso, mas não me consigo controlar.
Gostava que a roupa fosse descartável. Usávamos durante uns tempos, depois dávamos a outra pessoa. A roupa ia para uma espécie de armazém mundial que funcionaria como uma cadeia de roupa. Parvoíce de segunda-feira? Talvez.
O certo é que acumulamos tanta, mas tanta coisa. Uma estupidez. No fim de contas, arrumei tudo e enchi dois sacos com roupa para dar. Balanço positivo.
Gostava que a roupa fosse descartável. Usávamos durante uns tempos, depois dávamos a outra pessoa. A roupa ia para uma espécie de armazém mundial que funcionaria como uma cadeia de roupa. Parvoíce de segunda-feira? Talvez.
O certo é que acumulamos tanta, mas tanta coisa. Uma estupidez. No fim de contas, arrumei tudo e enchi dois sacos com roupa para dar. Balanço positivo.
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