
Sem ordem nem organização, aqui vai.
- Quero adoptar o Gilberto Gil como terceiro avô (sr. na imagem em frente ao microfone). Tive o privilégio de o ver a uns metros de mim a ensaiar e a conversar sem público por perto. Conclusão: é o mais fofinho. Simples, simpático e doce. De cabelo grisalho, aquele sotaque quente e a mesmíssima voz dos discos. Preocupado com os outros, uma pessoa normal, sem tiques de estrela, com um olhar muito terno. Cruzei-me com ele no elevador. Apanhada de surpresa só consegui dizer "Olá". Ele respondeu de volta: "Olá". :)
- Estou a ouvir em repeat Kings of Convenience. Adoro!
- Andar de avião é muito bom, mas a turbulência é uma das piores coisas de sempre. A sensação de cair no vazio é terrível. Depois de sobreviver a uns quantos minutos (mais pareciam horas) de abanões e solavancos, o barulho mais assustador é o desembrulhar dos saquinhos de papel. É a antecipação do terror. Começa-se a ouvir aquilo e a pensar: "Não! Ohhh, por favor, não. Não vomitem." Vomitaram... Tive de me aguentar estoicamente. A transpirar, com o estômago na boca. Missão cumprida. Sobrevive e não vomitei.
- Quando for velhinha gostava de viver num terra como Gent, na Bélgica. Porquê? Porque as pessoas têm tempo. Andam de bicicleta, saem do trabalho cedo, as lojas fecham às 18horas e depois há esplanadas, restaurantes e concertos à noite. Único problema: o clima não é grande coisa.
- Viajar nunca é demais. Sempre que venho de viagem, mais ou menos cansada, gosto de entrar em casa e ver as minhas coisas. Fico é sempre com vontade de voltar a partir.